sábado, 20 de junho de 2009

18 de Junho de 2009

Pois foi, Mário!

Tal como pediste lá fizemos a nossa caminhada nessa manhã calmosa que um ligeiro tapete de nuvens altas amenizava dos ardores do Sol. Como de costume, fizemos a nossa caminhada a pé, calcorreando ruas e vielas.

Habitualmente, é mais nosso costume fazê-lo ao final do dia, já no pôr do sol calmoso, ou no início da noite, que no Verão nos convida a tomar o fresco junto das margens do rio.

E lá fomos calcorreando, encontrando gente das tuas lides, que contigo partilharam momentos difíceis ou trabalhosos, com alguns reconhecendo o teu apoio nesses momentos de camaradagem. Também encontrámos outros, que da mesma classe apenas se asseguravam da tua ainda presença.

Com excepção de um encontro com um camarada que bem poderia ter-se olvidado de surgir, para não misturar na memória momentos indignos da classe que não te afectam directamente mas que sentes que não são dignos do escol a que pertences, assim os fomos encontrando.

Mas, mais do que isso, em todas as ruas cruzámos com representantes do Povo, que de uma forma ou de outra te conhece e contigo convive, sem empenhos de qualquer espécie, apenas porque tanto tu como eu a ele pertencemos e com isso nos sentimos honrados.

Todos foram passando por nós, cruzando saudações, trocando breves palavras, cada um tocando o seu dia a dia, mas felizes por saberem que nós também vamos andando. Aqui, se há alguma inveja ou ciúme, será apenas porque gostariam de ter tido uma oportunidade similar que a vida lhes negou. De qualquer forma isso não importa, o que importa é o convívio da comunidade, e esse temos todos os dias porque a ela pertencemos e não a negamos.

Até amanhã, Escórcio!

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