domingo, 14 de fevereiro de 2010

Dia de São Valentim ou as vésperas rosadas

Em vésperas de S. Valentim, padroeiro dos namorados, surgiu na iluminada mente de certos elementos do partido rosa deste cantinho à beira mar plantado, a peregrina ideia de que os "outros" deviam mandar abaixo do cavalo o seu amado líder.

Estes baronetes, que muito têm papado, mas que a sua contribuição tem sido pouco menos do que nula, quer quando ocuparam as "ásperas" cadeiras governamentais, quer quando ocupam as deliciosas cadeiras belgas, continuam imaginando que são os únicos possuidores da clarividência e que os outros, infelizes pacóvios, continuam de olhos fechados.

Depois de tal cáfila ter conduzido mais uma vez o país a um pântano, eis que pretendem sair dele sem quaisquer pingos de lama, enxotados pela oposição.

Não se pode dizer que pela primeira vez tais baronetes, tiveram um pingo de inteligência, um fulgaz clarão do aproveitamento das circunstâncias.

Talvez tivessem contado com a eterna estupidez dos outros, acompanhada da pacovidade de quem não possui o dom de ter bebido o elixir do desenrascanço bacoco de que tais baronetes se ufanam pelos salões da UE.

Pois bem, podem continuar a beber o tal elixir à conta dos impostos de todos nós que pagam as descaradas modormias que usufruem, mas quanto ao pântano a nossa resposta é só uma:

"Quem as armou que as desarme!!!"

E não venham com namoros que o coitado do S. Valentim até se envergonha.

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