Vimos no texto anterior a palavra Pedra, vamos hoje ver o seu masculino a palavra PEDRO.
O interessante é que enquanto a palavra Pedra tem como fonte geracional a palavra grega Lithos, a palavra PEDRO tem como fonte geracional a palavra latina Petrus.
Ora Petrus, latino de rocha é igual Lithos, grego de rocha.
No entanto, a palavra PEDRO torna-se onomástica ao invés de Pedra que é substantivo comum.
O feminino de Pedro é Pedra mas não tem qualquer sentido como onomástico. Não se conhece Pedra como nome próprio feminino.
Segundo a história narrada por uma das religiões inventadas pelo ser humano, o fundador dessa religião, ou melhor dizendo de um novo ramo de uma religião, teria como nome próprio (adoptado) PEDRO uma vez que o nome latínico define como rigidez, base para fundação.
»»Tu és Pedro e sobre ti fundarei a nova religião!««
Parece que o onomástico PEDRO não é muito feliz se olharmos ao célebre caso medieval de intriga palaciana envolvendo representantes femininos do ser humano.
O caso de "PEDRO e Inês" é um autêntico dramalhão, visto à actual óptica das telenovelas de moda no século XXI, onde dois seres humanos heterosexuais não podem ser felizes num pequeno reino perdido numa civilização ocidental já bem caduca.
No entanto, à época, eram bem vulgares os casos de diversas ligações sexuais dos dignos líderes do momento, com a resultante prole bastarda, sem que daí adviesse grande mal à sociedade.
E muitos desses bastardos estão hoje inscritos como heróis da história pátria deste minúsculo rectângulo plantado às margens oceânicas, no extremo europeu.
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