Como se sabe durante o século XX esta cidade viveu muito da existência de estabelecimentos militares os quais devido às suas guarnições providenciaram a esta cidade uma certa vivência e igualmente uma certa economia nas actividades locais.
A existência de muitos mancebos que por aqui passavam durante os seus treinos, que eram ministrados nas unidades aqui sediadas, os quais não só criavam uma certa vivência na sociedade local como igualmente alimentavam um vasto tecido comercial desde o comércio, cafés, restaurantes e casas de pasto, como também o aluguer de alojamentos e prestação de serviços, lavandaria e outros.
No último quartel do século XX, o encerramento da unidade de formação de quadros militares que existia em Tavira levou a uma redução drástica dos efectivos e disponibilização de instalações.
Fruto de uma nova orientação dos altos comandos militares, que de repente se aperceberam que a região algarvia não possuía nenhuma infraestrutura militar digna desse nome, levou a que o aquartelamento de Tavira fosse reactivado, inicialmente com a passagem bimensal de destacamentos de diversas especialidades do Exercito e mais recentemente com a colocação definitiva do Regimento de Infantaria Nº 1.
Desta forma, Tavira volta a ter a vertente militar que sempre a caracterizou ao longo dos séculos, e o monumento do Alto de Santo Amaro volta a ter uma face actual, embora as circunstancias da vida militar de hoje, século XXI, já nada tenham a ver com as que existiam no século XX.
Felicidades ao RI 1 e que a sua vivência na linda Tavira seja duradoura!
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